Pietro Cavallini
O restaurante na orla da Barra tinha aquela atmosfera de "negócios e prazer" que só o Rio de Janeiro consegue vender. O som das ondas batendo no quebra-mar ao longe era abafado pelo tilintar de taças e pelo murmúrio de homens de negócios discutindo cifras que fariam um monge pecar. Mas minha mente não estava no mar, nem no risoto de camarão que descansava no meu prato.
Eu estava debruçado sobre o tablet, analisando as camadas do projeto carioca. Era uma estrutura complexa, che