Os olhos dele não me deixam escapar. Fixos, intensos, carregados de promessas não ditas. É um olhar que me consome, queima minha pele sem ao menos precisar me tocar.
Então, ele move os braços devagar, os dedos deslizando pela barra da camisa antes de puxá-la para fora do corpo.
E eu perco o fôlego.
Cada detalhe dele parece esculpido à perfeição — os ombros largos, o peitoral firme, a pele dourada sob a iluminação suave do quarto. Seus músculos se contraem com cada movimento, a linha da cal