Não sinto dor. Ele deve ter errado a mira. Estou bem… não me machuquei.
Minhas mãos tremem, mas meu corpo permanece inteiro. Abro os olhos e, ofegante, levanto o rosto devagar, o mundo ao redor ainda parece girar.
— Ryan… — murmuro, quase num sussurro, a voz falhando de emoção.
Ele me segura com força contra o peito, como se tivesse acabado de me resgatar do próprio abismo. Me agarro à sua camisa, sentindo o tecido fino sob meus dedos trêmulos, e o cheiro inconfundível dele me invade como um bá