Eu e o Ryan entramos na limusine. Depois que ele fechou a porta, é como se estivéssemos seguros dentro de uma caixinha selada. Lá fora, os ruídos da cidade desaparecem, engolidos pelo silêncio acolchoado. Só restam nossas respirações e o leve atrito dos tecidos do banco de couro, que range discretamente quando nos acomodamos.
Ele aperta um botão, e o vidro escuro laminado – com interlayer acústico e câmara de ar – sobe devagar, isolando completamente a cabine do Jake. Um gesto simples, mas que