— Não fique tão nervosa — Ryan rompe o silêncio, sua voz carregada de diversão. — Eu não vou devorar você… não agora. Primeiro, vou te oferecer uma bebida.
Cruzo os braços, tentando recuperar um resquício de controle.
— Mais um rum de suas coleções raras?
Ele me lança aquele sorriso torto, malicioso, que faz minha respiração falhar. Sem pressa, ele se move na minha direção, cada passo carregado de propósito. Uma de suas mãos desliza lentamente até minha cintura, seus dedos roçando minha pele de