Ryan arranca minha calcinha com a mesma fome que devora minha boca.
Dessa vez, não há paciência, não há hesitação—somos dois corpos famintos, consumidos pelo desejo cru que nos queima de dentro para fora.
Eu retribuo com a mesma pressa febril, puxando seu terno com brutalidade, sem me importar em ser delicada. Roupas agora são apenas um obstáculo irritante.
Ele se livra das próprias calças enquanto minha camisa e meu blazer encontram o chão sem cerimônia. Suas mãos deslizam pelos meus cabelos,