Voss caminhava em silêncio pela Rua Galvão Bueno, rastreando a fonte das anomalias, o casaco marcado pelo vento ácido que ainda riscava o ar em correntes irregulares.
As lanternas vermelhas penduradas ao longo da via haviam sido arrancadas, restando apenas os cabos balançando no vazio.
As vitrines estavam partidas, o asfalto rachado em espirais, e os prédios próximos pareciam respirar devagar — como se o próprio concreto tivesse sido contaminado pela distorção do Éter.
Os passos dele eram leves