— O que você estava fazendo meu amor...
Aquela dor esmagava meu peito.
— Eu não vou te ver morrer.
Acariciei sua mão fria, macia. Gélida.
— Vou convencer teus pais e vou te levar comigo pra esse maldito tratamento, eu vou está com você, todo momento você só precisa vim comigo, só isso...
Fechei a porta do quarto com cuidado, o som do alerta do meu celular ainda ecoando na minha cabeça como um lembrete constante da fragilidade dela.
No corredor, os pais dela se levantaram num salto. O