— Eu disse isso? — Perguntei.
— Não precisa, está estampando em sua cara.
— Estou com raiva, muita raiva. — Confessei. — Não sou de sentir isso e continuar sentindo, mas não te culpo por isso.
— Então, o quê?
— Essa situação me fez lembrar coisas que eu não queria lembrar. — Ela me olhou atentamente.
— Que coisas?
— Prefiro não entrar nesse assunto. — Avisei. — Mas sobre o que aconteceu com você… Não, eu não te culpo! Peço que me perdoe, não quis te fazer chorar. — Ela me fitou nos