— Madrinha… — minha voz saiu trêmula, quase um sussurro. — A senhora… conhece essa tal de Alessia?
Lucrécia fechou os olhos por um instante, respirando fundo, como quem busca forças para mexer em feridas antigas. Quando voltou a me olhar, seus olhos estavam marejados.
— Infelizmente conheço, minha filha. — disse por fim, com um peso que parecia atravessar os anos. — Alessia… é a sombra que tentou tomar o lugar da luz da irmã. O oposto do que a Giulia foi.