A manhã passou sem grandes surpresas.
Tudo correu dentro do normal, até chegar a hora do almoço.
Bati de leve na porta do doutor Luccero e perguntei:
— O senhor vai sair para almoçar hoje?
Ele levantou o olhar do computador e respondeu, sério:
— Não, Nicola, hoje não, estou sem tempo, muitos contatos para revisão, e outros para assinar.
— Quer que eu traga o almoço para o senhor?
— Quero, sim, por favor, algo leve, e me traga um chá também.