Mundo ficciónIniciar sesiónLa vida da giros inesperados, así fue con Alba una joven empresaria que después de estar 4 años felizmente casada y en espera de su primer bebe es acusada del homicidio de su suegra, su esposo Damián le guarda un profundo rencor, con sus influencias y poder empieza a vengarse de ella, quitándole todo, esperando a que el niño nazca para arrebatárselo y enviarla a la cárcel. Todo esta en su contra... Hasta que conoce a Rafael un medico genio muy famoso que haría lo que fuera por ella, aunque... él oculta muchos secretos. ¿Cómo saldrá de esta situación Alba? ¿Qué le depara en el futuro a esta mujer?
Leer másÍsis Soares
Desde o momento em que acordei, havia algo diferente no ar, como se cada minuto do dia estivesse me empurrando inevitavelmente para um ponto sem volta. Esta noite meu destino seria decidido. E no meio de toda essa tensão e expectativas que não eram só minhas, eu carregava uma esperança misteriosa por já conhecer o nome por trás do acordo: Guilherme Lucchese. Guilherme não era um estranho para mim, mesmo sem termos realmente convivido, sem muitas conversas longas ou muita proximidade. Eu o via em eventos, sempre cercado de pessoas, sempre gentil e sorridente. Diferente dos outros ele não precisava chamar atenção, havia algo nele que se fazia ser notado. E eu gostava disso, e talvez tenha sido aí que tudo começou, na admiração e na curiosidade, além da sua beleza que atraia olhares por onde passava. Foi então que um sentimento cresceu em silêncio dentro de mim, uma paixão platônica e segura. Talvez eu tenha escolhido enxergar o que queria ou talvez eu tenha ignorado qualquer coisa que fugisse da imagem perfeita que criei dele. E no caminho para o jantar dessa noite, esse sentimento voltava com força. Porque no meio de tudo que eu não podia controlar, a ideia de que se fosse com ele, não seria tão ruim. Talvez de uma forma distorcida, seria até certo, mesmo que essa certeza fosse construída apenas por mim. E no auge dos meus 25 anos, eu sabia que o momento de me casar chegaria e não seria eu quem escolheria meu futuro marido. — Fique ereta. A voz da minha mãe veio suave, mas firme, enquanto seus dedos ajustavam mais uma vez a manga do meu vestido. — Está ótimo, mãe. — murmurei, sem muita paciência. Ela não respondeu, apenas continuou analisando cada detalhe meu como se estivesse revisando uma obra antes de ser exposta, ou melhor, negociada. — Agora sim. — disse, satisfeita, afastando as mãos devagar. Desviei o olhar para a janela, tentando me acalmar. O movimento do carro, as luzes da cidade passando rápidas e o silêncio carregado. — Preste atenção. — a voz do meu pai cortou o silêncio prática e direta como sempre. — A família Lucchese valoriza postura, discrição e segurança. — Eu sei. — Não é só sobre o que você diz — ele continuou. — É sobre como você se comporta. Como se posiciona. Como responderá. — Alberto… — minha mãe chamou, em um tom leve de advertência. Mas meu pai não parou. Claro que não. Era um negócio. — Eles precisam ver que você entende o que está em jogo, Ísis. — Eu sei disso pai. — assenti, apertando levemente o tecido do meu vestido. — Ótimo. — ele disse, satisfeito. — Porque essa união não pode falhar. — Não assuste a menina. — minha mãe interveio, colocando a mão sobre a minha, em um gesto que deveria ser reconfortante, mas não era. — Ela não é mais uma menina, Ângela. Ísis é uma mulher e está pronta. Se ser uma mulher e estar pronta era aceitar sem questionar, talvez ele estivesse certo. — Ísis, seja você mesma. — minha mãe me disse com suavidade. Aquilo soava bonito, mas não era exatamente verdade, não nesta noite. — Eu vou ser. — respondi com um sorriso nervoso, tentando sustentar a ilusão. O carro avançou lentamente assim que os portões se abriram. Tive a sensação de estar atravessando um limite invisível. À nossa frente o jardim surgiu perfeito, meticulosamente alinhado. Era bonito de um jeito frio e intocável. A mansão era tão imponente quanto a nossa, talvez até mais. As luzes acesas destacavam as linhas elegantes e modernas. — Lembre-se — meu pai disse, antes que o carro parasse completamente — , isso é maior do que você. Engoli em seco me sentindo pequena. Quando o carro finalmente parou e o motorista abriu a porta, o ar da noite entrou leve contrastando com o frio do ar condicionado e a ansiedade que pesava no meu peito. Meus saltos tocaram o chão de pedra com um som seco, enquanto meus pais se mantiveram ao meu lado, como se estivessem entrando em mais uma reunião importante. — Boa noite. A família Lucchese os aguarda. — O mordomo com um uniforme impecável, postura ereta e expressão neutra nos cumprimentou. Atravessei o hall de entrada tentando me distrair com a grandeza do interior. O piso de mármore, as obras de arte e a iluminação suave gritavam luxo. Tudo perfeito e calculado. Meu coração acelerou ainda mais com o pensamento que eu estava prestes a vê-lo. Minhas mãos estavam frias. — Por aqui — o mordomo nos conduziu por um corredor amplo. Ele então abriu as portas duplas da sala e eles já estavam ali. Melânia e Teodoro se levantaram quase ao mesmo tempo, impecáveis, elegantes e com sorrisos calculados que não chegavam aos olhos completamente. — Sejam bem-vindos. Melânia, disse. — É um prazer recebê-los. Cumprimentei-os como era esperado, repetindo gestos e palavras ensaiadas. Meu pai já conversava com Teodoro como se retomasse um assunto pausado minutos antes, enquanto minha mãe trocava elogios discretos com Melânia. Foi então que eu o vi. Guilherme entrou na sala observando tudo em silêncio. Mas não era só isso. Havia algo na forma como ele se manteve ali quieto. Minha respiração falhou observando cada detalhe dele. Alto, cerca de um metro e oitenta, a pele morena clara, vestia um terno escuro, sem gravata. Os cabelos castanhos levemente desalinhados de um jeito quase proposital. A barba por fazer dava um ar menos perfeito do que o restante daquela casa. Seus olhos castanhos claros, quase dourados cruzaram os meus. Não houve um sorriso imediato, apenas um olhar direto e firme, como se ele estivesse tentando me ler. E naquele momento todas as ideias que eu tinha construído sobre ele pareciam ganhar forma. Desviei o olhar primeiro, porque sustentá-lo parecia arriscado demais. Vê-lo tão perto reacendeu meus sentimentos, me fazendo sentir que nosso casamento não precisava ser apenas um acordo por contrato. Eu me casaria com o homem perfeito por quem estava apaixonada e isso mudava tudo.Carlos terminó de leer toda su información y observo la foto, ella solo estuvo casada un año y se quedo sola con su hija. – debió ser difícil para ella- Pensaba Carlos. Días después la señora Ana visitaba a María en la florería. “Y… ¿Como te fue en la cita?”. María terminaba unos arreglos. “Bien”. La señora frunció el ceño. “¿Lo volviste a ahuyentar?”. María respingo. “No necesito ahuyentarlos, al verme con mi hija ellos solos se alejan”. Ana tomo la mano de la chica. “María, tus padres están preocupados por ti y por Victoria, debes pensar en casarte y darle una familia completa a la pequeña”. María la miro. “Puedo hacerlo sola”. “Pero…” Se escucho la campanita de la puerta de entrada y ambas giraron a ver al cliente que entro. Era Carlos, la señora Ana sonrió feliz. María miro al hombre extrañada de verlo de nuevo, la pequeña Victoria que jugaba en su corral levanto la vista al ver a Carlos y sonrió. “Hol
Carlos a regañadientes acepto, con el paso de los días empezó a hablar con Damaris sobre trabajo siempre se presentaba inoportunamente a molestarla en horas de trabajo, pero lo único que el deseaba es verla y hablar con ella. Los días pasaron, Carlos salía con alguna chica, pero solo por calmar sus ganas, ni siquiera hablaba con ellas, para que, si sus conversaciones eran frívolas y aburridas, se la pasaba comparando a Damaris con todas y por mucho Damaris era la ganadora. Carlos espantaba a los pretendientes de Damaris, doctores o enfermeros del hospital y alguno que otro benefactor que coqueteaba con ella. Damaris nunca se dio cuenta de esto, después que despidieran a Rebeca ella se metió de lleno en su trabajo con Aurora. Hasta que un día cuando llego con Rafael al hospital conoció a Giovani otro tipo interesado en Damaris pensó. Días después Carlos tenia mucho trabajo con Rafael no pudo ahuyentar a Giovani quien seguía apareciendo en el ho
Después de terminar su trabajo la llevaría a comer a un buen lugar. Damaris despertó cansada pero una gran sonrisa se formo en sus labios, miro alrededor y no encontró a Carlos, observo la mesita y tomo la nota para a leerla, ella se levantó se ducho y se fue al hospital. Al llegar se encontró con aurora en el ascensor. “Hola Damaris”. “Hola jefa”. Damaris tímida la saludo. Aurora negó. “Te he dicho que solo Aurora por favor casi somos de la misma edad”. Entraron al piso, Rebeca esperaba en su escritorio. “Buenos días Aurora”. Aurora sintió haciendo una media mueca. “No le gustaba algunas actitudes de Rebeca, aunque era buena en su trabajo”. “Buenos días”. Aurora miro a Damaris. “Acompañe a mi oficina para revisar algunos pendientes”. Ya en la oficina, Damaris anotó todo su trabajo de hoy al final Aurora le comentó. “Rafael no vendrá hoy tiene algunos problemas en el laboratorio, ¿Comemos juntas?”. Damaris asint
Los días eran calurosos en la ciudad, Carlos se levantaba de la cama para darse un baño y despues vestirse, miraba a la mujer acostada en la cama y sonreía recordando lo que paso en la noche, otra de sus tantas conquistas en el hospital, era un mujeriego empedernido.Al terminar de vestirse, la mujer se levanto para ir al baño. Carlos solo le preguntó. “¿Tienes turno hoy?”.La mujer salió buscando su vestido. “Si, ¿Puedes dejarme en la entrada?”.El asintió se acerco y la beso. “Pero todavía tenemos tiempo”. Empezó a besarla y quitarle el vestido, pero su teléfono sonó.Carlos lo tomo mirando el nombre de Rafael en la pantalla y lo contestó. “Estaré ahí”.La mujer hizo una mueca. Y Carlos sonrió. “El deber me llama”.Juntos salieron del departamento, Al llegar al ho
Último capítulo