49. Um refugio no paraíso para esquecê-lo ou não
Quase um mês havia se passado, mas Charles ainda assombrava os pensamentos de Cássia como um fantasma teimoso que se recusava a partir. Não importava o que fizesse—trabalho, festas, entrevistas, compras—ele continuava ali, presente em cada canto da sua mente.
Então, numa tentativa desesperada de se livrar daquele sentimento sufocante, ela tomou uma decisão impulsiva: viajar.
— Se eu não consigo tirar esse homem da cabeça, talvez consiga afogá-lo no mar do Caribe — murmurou para si mesma enqua