Yasmim não senta.
Ela fica parada no meio do escritório, vibrando de raiva contida, como uma daquelas esculturas de vidro soprado que quebram se você respirar errado perto delas.
— Você acha engraçado? — Ela pergunta, a voz tremendo de indignação, não de choro. — Você acha que destruir uma família tradicional e uma fusão milionária é motivo de piada, sua... oportunista?
Augusto dá um passo à frente, bloqueando a visão dela sobre mim.
— Yasmim, chega. — A voz dele é baixa, perigosa. — Você não f