VIOLLETA PETROVA
Desperto com a luz do sol clareando o quarto, vou para o banheiro fazer minha higiene, e quando termino, desço e tenho a sorte de ver meu pai fazendo sua refeição.
— Bom dia, Aurora!
— Bom dia. — digo um pouco incomodada. — Pai, se importa de continuar me chamando de Violleta? Acho que o nome já se impregnou em mim.
— Sem problemas, meu amor. Como foi sua noite?
“Sonhei com meu ex-marido psicopata gozando em cima de mim”, minha mente respondeu, mas minha boca falou:
— Melhor nã