LUNNA
Os dias passaram, e, mais uma vez, ela não conseguiu cumprir a promessa.
Esperei. Um dia, dois dias… uma semana. O fim de semana chegou e se foi, e ela continuava atolada no trabalho. Eu queria entender, mas, ao mesmo tempo, doía sentir que não era prioridade.
Então, naquela tarde, tudo mudou.
Eu estava no meu quarto quando a campainha tocou. Franzi o cenho, surpresa. Quem poderia ser? Mamãe ainda não havia chegado, e a tia Fernanda não esperava visitas.
Atendi o interfone e ouvi uma voz