Enquanto dirigia rodovia adiante, Elara encarou a bolsa. De lá retirou o cartão dourado entregue pelo motorista.
"Isso é um suborno certamente, e por isso eu não devia aceitar!"
Deixou-o dentro da bolsa novamente e encarou a rodovia pela qual seguia.
— Pai, mãe... depois que vocês morreram, muitas coisas aconteceram! — a voz dela falhou.
Uma lágrima escorria por sua face, caindo em seu colo. Ela apertou as mãos no volante, tentando impedir a si mesma de desmoronar.
Encarou o sinal à frente. Ao lado dele, uma floricultura. Parou o carro, segurou firme a bolsa e se dirigiu para dentro da loja.
O atendente estava arrumando algumas rosas. Sorriu para ela como sempre ensaiava para todos, mas o sorriso desapareceu quando notou de quem se tratava. Em seu lugar nasceu uma expressão triste e vazia.
Elara notou a mudança, mas fingiu que não. Ao parar diante de belas rosas amarelas, ela o questionou:
— Quanto custa um buquê de rosas amarelas embaladas para presente? — ela tentou ser o mais dista