POV: MARI
A frase bateu e voltou no meio da sala.
— Você primeiro — dissemos juntos.
A coincidência estúpida quebrou a tensão. Eu soltei uma risada nervosa pelo nariz. Gabriel esfregou o rosto com as duas mãos, uma risada baixa arranhando a garganta dele.
— Isso é ridículo — soltei, encostando a cabeça na poltrona.
— É. A gente passou o dia inteiro escondendo o jogo pra agora travar na mesma linha de chegada.
— Eu não chamaria de esconder o jogo.
Ele levantou uma sobrancelha na minha dir