“Park Ji-Hoon”
Vontade não me falta para procurar a Márcia agora mesmo. Eu tenho que me explicar. Preciso conversar com ela para desfazer o terrível mal entendido que aconteceu por minha culpa. Sim, minha culpa, pois se eu tivesse sido um homem maduro e sério e não tivesse agido como um moleque desesperado, não teria bebido como um irresponsável e a Na-Ri não teria se aproveitado da minha embriaguez.
O burburinho de muitas vozes e sons misturados me trazem de volta à realidade. Entro no restaurante acompanhado do meu amigo Juan e o cheiro de café fresco e outros alimentos despertam meu apetite.
Juan anda à minha frente abrindo caminho e o sigo logo atrás, mas presto atenção ao movimento ao meu redor, pois se a Márcia estiver por aqui, me sentarei para conversar com ela e tentarei fazê-la me ouvir.
— Patron, vamos pegar café do outro lado? A fila aqui está longa demais.
Olho para a fila e ela não está tão grande assim. Volto meus olhos para Juan, desconfiado da súbita intervenção e per