CAPÍTULO 28
A carinha sapeca de Park é uma graça.

— Park, fala sério que você quer fugir da festa agora? O nome é Festa do Branco, por sua causa, por conta da presença do capitão.

Park estanca diante de mim no hall dos elevadores. Ele se curva devagar e segura a pontinha do meu queixo com o polegar e o indicador elevando meu rosto até chegar bem pertinho dele.

— Eu prefiro fazer uma festa particular com você. Se hoje é a noite do capitão, posso escolher como vou passá-la, concorda?

Dizendo isso, beija meus lábios de leve e fixa meus olhos aguardando a minha resposta.

— Bem, se o meu capitão insiste, quem sou eu para dizer o contrário?

Park retoma a sua postura altiva e dá um sorrisinho charmoso de canto de boca.

— Que bom. Posso me dar por satisfeito. — Ele me segura pelo pulso e entramos no elevador que acaba de se abrir despejando um monte de gente para a festa. Ele confessa quando estamos sozinhos. — Ademais, os passageiros estão pouco se importando com a minha presença nesta festa, eles só que
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