O painel de controle à minha frente mostrava três telas piscando em tempo real, mas meus olhos estavam fixos na menor delas: o espelhamento em tempo morto do tráfego de dados do celular de Aléxia.
Eu estava na sala de segurança da minha cobertura, vestindo apenas uma calça de moletom escura, com um copo de uísque puro na mão esquerda. Passava da meia-noite. O relatório que meu software de monitoramento enviou disparou um alerta laranja. Aléxia não havia digitado nada, mas o histórico de buscas