O dia no escritório de arquitetura havia sido um borrão completo de cafeína, telefonemas barulhentos e cobranças absurdas de prazos. Parecia que o universo estava cobrando o preço por cada minuto de prazer que eu tivera no final de semana. Quando finalmente passei pela porta do meu apartamento à noite, a exaustão física bateu com força total. Joguei as chaves no aparador da entrada, deixei minha bolsa cair no chão sem a menor cerimônia e me joguei no sofá, encarando o teto no escuro enquanto te