( Ponto de vista da Evelyn )
Existem pessoas que crescem acreditando que podem escolher o próprio destino.
Eu nunca fui uma delas.
Desde criança, ouvi meu sobrenome ser tratado como uma moeda de negociação. Jantares, eventos beneficentes, inaugurações... tudo era uma oportunidade para fortalecer alianças entre famílias que movimentavam milhões de reais. Amor nunca fazia parte da conversa.
Negócios, sim.
Poder, sempre.
Lembro da primeira vez em que ouvi minha mãe dizer, durante um desses eventos: