( Ponto de vista dela )
A cabine trancada do banheiro feminino da agência parecia o único lugar seguro em um raio de quilômetros. Apoiei as costas contra a porta, fechei os olhos e respirei fundo, sentindo o ar queimar meus pulmões. Minhas mãos ainda tremiam, mas não era de medo. Era de puro, genuíno e incontrolável ódio.
Aquele desgraçado. Aquele mentiroso calculista.
Lavei o rosto com água fria, encarando meu reflexo no espelho. Meus olhos estavam vermelhos, mas eu me recusei a deixar uma úni