Enviei a mensagem e deixei o celular na bancada e fui andando devagar.
Meus passos eram silenciosos enquanto eu entrava pela porta de acesso ao corredor dos fundos. Eu ouvi uma voz. Baixa, sibilante, carregada de nervosismo.
— Ele não vem mais, o que você quer que eu faça? Lexa... eles já estão desconfiados, não posso mais fazer o que você me pediu. Já basta as comandas!
Era a Priscila.
Meu sangue gelou. Eu parei rente à parede, prendendo a respiração.
— Eu não vou mais fazer isso, v