MAYA
Acordei com o som da água caindo e a ausência do corpo quente dele.
Me virei na cama olhando em direção ao banheiro, observava através do vidro embaçado, como uma predadora admirando sua conquista.
Oliver estava sob a ducha, a água escorrendo por seus ombros largos e pelas tatuagens que pareciam ganhar vida sob a umidade. O banheiro estava saturado de vapor e do cheiro dele, aquele aroma de homem, sândalo e perigo que agora era meu oxigênio.
Senti um calor líquido percorrer meu c