OLIVER
Quando peguei o celular e vi a cara da Maya, soube que a casa tinha caído. Ela não estava só brava, ela estava indignada.
O olhar dela alternava entre o visor e o meu rosto, carregado de uma mágoa que me deu um soco no estômago.
— Vai atende!
ela disse, com aquele tom de voz afiado, o tipo de tom que precede um desastre.
— Ela parece bem à vontade na sua tela.
Porra Lexa. Que merda de mulher pra querer estragar minha vida, caralho.
— Maya, escuta...
tentei começar, mas