ela engole em seco.
— Ele tapou minha boca. Eu não conseguia respirar direito, ainda consigo lembrar do toque... das mãos nojentas dele me...
A frase se quebra. A voz falha.
Ela fecha os olhos, e as palavras simplesmente não saem mais.
Senti meu sangue ferver, uma pressão absurda subindo pela minha nuca.
— Ele... ele penetrou você, Maya?
perguntei, a mandíbula tão travada que as palavras saíram truncadas.
— Não...
ela negou rápido, balançando a cabeça.
— Eu não deixei. Ele