Maya abre os braços, um sorriso brilhante e embriagado no rosto, gritando para quem quiser ouvir:
— É!! Ganhei a porra de um carro!
Não vai dar pra trás vai?
O bar explode. Eu fico ali, parado, sentindo um soco no estômago que não tem nada a ver com o uísque.
Aquela mulher me consome.
Ela é um incêndio que eu, em vez de apagar, estou alimentando com gasolina.
Kely intervém.
— Já chega, você tá muito bêba! Vem amiga... Vem comigo.
Ela se afasta, puxando ela para trás do balcão.