Caminho até o pub sentindo o vento frio da noite tentar limpar o rastro daquelas mãos em mim. Quando entro, a luz baixa do bar me atinge. E lá está ele.
Oliver.
Ele está parado perto do balcão, conversando com o Malcon.
No momento em que meus pés pisam no piso de madeira, ele vira. Um sinal claro do olhar do Malcon.
Os olhos dele, intensos e escuros, cravam nos meus. É um olhar que quer me desvendar, que quer quebrar meus muros.
Eu sinto o magnetismo.
Sinto aquela segurança absurd