Eu ainda estava duro, precisava de mais. Segurei a Karolina pela nunca e beijei seu pescoço e clavícula, passei meu braço pela sua cintura estimulando-a para continuar rebolando em cima de mim, ela começou a rebolar devagar, mas parecia estar sem forças.
– Você está cansada? – Sussurrei no seu ouvido. Ela confirmou com a cabeça enterrada no meu pescoço. – Quer dormir?
– N-Não... quero mais. – Disse baixinho, meio grogue. Depositei-a na cama e fiquei por cima, penetrei novamente meu pau na sua