Senti alguém segurar meu braço e levantei a cabeça pousando a mão no pescoço dolorido. Abri os olhos e vi que estava na base do meu exército, o dia já estava amanhecendo.
– Karol! – Elena correu na minha direção. – Karol, você está bem? – Ela me abraçou, eu permanecia sentada no Alec.
– Sim. – Falei meio grogue.
– Suprema, pensei que tivesse morrido. – Álvaro disse me ajudando a sair de cima do Alec.
– Nossa Suprema é forte! Ela não morre assim tão fácil. – Revirei os olhos para o comentário do