18. Golpe
Connor
Meg se ajoelhou ao meu lado num segundo, as mãos trêmulas pressionando o ferimento.
— Não… não… você vai ficar bem, tá? Vai ficar bem! — ela dizia, mais para si mesma do que para mim.
O sangue escorria entre seus dedos. Quente. Abundante. Hand caiu de joelhos do outro lado, encarando a lâmina ainda cravada em mim.
— Temos que tirar isso… — murmurou, incerto.
— Não! — Meg o cortou, olhando diretamente para ele. — Se puxar agora, pode piorar. Precisamos estancar primeiro, depois procurar a