A cabana no coração da floresta era iluminada apenas pelo fogo fraco da lareira. A tempestade rugia do lado de fora, mas ali dentro o som mais assustador era o da respiração irregular de Luna.
Ela se contorcia sobre a cama rústica, as mãos cravadas no lençol, o corpo tomado por ondas de dor que vinham e iam como lâminas invisíveis.
Darius já havia voltado à forma humana. Ainda nu, o peito subindo e descendo com força, ele a deitou com cuidado sobre o colchão estreito, como se temesse quebrá-la