Enquanto a chuva caía pesada sobre a propriedade, rasgando o céu com relâmpagos violentos, como se anunciasse que algo estava prestes a se romper.
Luna mal conseguia respirar quando viu Eliezer atravessar o jardim com passos largos e furiosos cada vez mais rápido. Os punhos estavam cerrados, o maxilar travado, os olhos tomados por uma ira que ela jamais havia presenciado.
— Pai, espera! — ela gritou, correndo atrás dele.
Ravena vinha ao seu lado, séria demais, compreendendo o que estava em jogo