Eliezer empurrou a porta pesada da mansão, entrando no vasto hall de entrada. O ambiente estava iluminado por um imenso lustre de cristal que pendia do teto alto, refletindo luzes suaves nas paredes decoradas com quadros antigos e cortinas aveludadas. O som de seus passos ecoava pela sala silenciosa, interrompido apenas por sua voz grave e firme.
— Ravena! Quero você no meu escritório agora! — ele bradou, sua voz cortando o ar como uma lâmina.
Ravena, que estava na cozinha terminando de seca