Nos escombros do outrora majestoso Castelo de Luminaria, uma escuridão sufocante dominava o ambiente. Lá, em uma cela subterrânea, Herlon, a personificação do mal primordial, se encontrava aprisionado. Suas movimentações incessantes refletiam sua crescente frustração e a sede insaciável de destruição. As paredes de sua cela, encantadas pelos antigos deuses para conter sua malevolência, começavam a mostrar sinais de desgaste.
Herlon girava pela cela em um ritmo frenético, seus olhos ardendo de ó