Em um porão escuro e sombrio, onde a luz do dia nunca ousava penetrar, uma cena de puro terror e escuridão se desdobrava. O ar estava pesado com o cheiro de cera derretida e enxofre, misturado com o odor metálico de sangue antigo. Velas vermelhas queimavam em suportes de ferro torcido, lançando sombras dançantes nas paredes de pedra áspera, cobertas de musgo e fuligem. O ambiente era abafado, como se o próprio porão estivesse respirando, exalando a escuridão e o mal que ali residiam.
As paredes