GUTEMBERG
Agora que estávamos no quarto, sozinhos, a realidade se instalava. O ambiente era luxuoso, como tudo naquela casa. A cama era grande, com lençóis escuros e pesados, e havia uma lareira no canto.
– Tem um banheiro aqui? – perguntei, querendo qualquer desculpa para não pensar demais na companhia dela.
– Sim, ali. – Ela apontou para uma porta à direita, já se sentando na cama e tirando os sapatos.
Eu fui até lá, abrindo a porta e sendo recebido pela visão de uma banheira enorme, quase um