DAVINA
O sabor de cigarro e raiva invade minha boca enquanto Gutemberg me prende com a força de suas mãos, seus dedos pressionando minha nuca com urgência. Eu tento me afastar, mas ele é implacável.
O som de uma respiração forçada e a presença de uma figura feminina me distraem momentaneamente. Pryia está na porta, seus olhos inflamados de raiva e acusação.
— Traidora! — ela explode, sua voz cortante e cheia de veneno.
Ela avança até mim, apontando um dedo trêmulo, e sua acusação ainda paira no