Baby Ortiz
Eu subi na bancada da cozinha, e joguei um pedaço de carne de onde eu estava. Aquele animal devorou tudo em segundos, enquanto isso, eu tremia, imaginando aqueles dentes enormes me mordendo. Dois segundos depois ele ergueu aquele focinho para me cheirar. Meus braços praticamente se cruzaram de medo, e os meus pelos estavam arrepiados. – Não cachorrinho. – Meu deus, como era mesmo o nome dessa coisa? Alol, anol... – Bati o dedo contra o queixo varias vezes, tentando adivinhar mais al