Mundo ficciónIniciar sesión“Ninguém nasce frio. Alguém ensinou.”
Começamos a caminhar de novo, e eu fui junto. Passamos por uma sala com fotografias em preto e branco e uma em especial chamou minha atenção. Era uma mulher de vestido simples em frente a uma escultura. Ela era linda e seus traços delicados lembravam os de Beatrice, mas o sorriso lembrava o dele.
Beatrice parou, tocando de leve a borda da moldura.
— Ele fez a minha mãe sofrer mais do que qualquer quadro poderia justificar. — disse, finalmente. — Relacionamentos extraconjugais, noites que terminavam em discussão, promessas que nunca passavam de palavras bem encaixadas. O tipo de coisa que destrói uma mulher devagar, especialmente uma que ainda insistia em acre







