Atravesso o enorme salão da casa onde fui criado como um escravo, uma sombra filho da empregada com o dom da máfia. Um bastardo servindo de capacho junto com a mãe para a senhora da casa, Angelique Von Eisenberg. Cada passo ecoa memórias dolorosas, marcas invisíveis que carreguei desde a infância. O riso cruel dos meus meio-irmãos, Lucca e Enrico, ainda ressoa em meus ouvidos como um eco de tortura.
"Ei, bastardo! Pega isso para mim," ordenava Lucca, jogando o casaco pesado aos meus pés. Eu era