Alguém vai pagar
O som do telefone ecoou pelo escritório, interrompendo o silêncio pesado que dominava o ambiente. Vlad, sentado atrás de uma mesa imponente, ergueu os olhos do relatório que analisava. O relógio na parede marcava exatamente seis e meia da tarde. Seus olhos, normalmente frios e calculistas, se estreitaram ao ver o nome do hospital piscando na tela do celular. Ele atendeu, e a voz do outro lado prometia más notícias.
“Sr Scannell.”
Do outro lado da linha, a voz da enfermeira soav