As palavras de Michel flutuaram no ar pesado da suíte, provocando em Catarina um turbilhão violento de fúria e profunda tristeza. Ela o amava — Deus sabia o quanto —, mas a humilhação sistemática das últimas semanas havia aberto feridas difíceis de estancar. Era uma tortura psicológica: ela ansiava por estar nos braços dele, mas sua dignidade sangrava a cada nova acusação.
— Eu também te amo, droga! — exclamou ela, a voz embargada e trêmula pelo choro incessante.
No entanto, quando Michel a pux