Sob a torrente de água quente que descia por suas costas, Michel pressionou o corpo de Catarina contra o azulejo gélido do banheiro. Suas mãos grandes a sustentavam com firmeza, enquanto seus lábios buscavam os dela em um beijo faminto e possessivo. Sem pedir licença, ele inclinou o quadril, penetrando-a novamente com uma urgência que parecia queimar sob a água. Catarina enlaçou o pescoço dele com os braços, abafando seus gemidos contra a boca do marido.
O vapor do chuveiro subia em nuvens dens