As lágrimas de Catarina rolaram com ainda mais força quando sentiu os braços dele a envolverem daquela maneira desesperada. Ele era um idiota — um completo idiota —, mas ela o amava com cada fibra de seu ser. Carregava no ventre um fruto daquela paixão tão imperfeita, um bebê que já representava o seu mundo inteiro. No silêncio tenso do banheiro, Catarina permaneceu imóvel por alguns instantes, até que Michel a virou devagar em seus braços. Ele acalentou as bochechas dela com as mãos calejadas,