Fora da pequena pensão no sopé da Montanha da Tinta, a chuva e o vento sopravam.
Gotas de chuva batiam nas janelas, formando uma fina camada de névoa dentro delas.
O quarto estava úmido e sombrio.
A estreita cama tremia levemente.
A mão esbelta do Mateus, com veias salientes e ossos do pulso bem definidos, pressionava os delicados e brancos dedos dela na cama.
Entre seus dedos entrelaçados, uma sensação de calor começava a surgir.
Os olhos de Aline estavam vermelhos de tanto chorar.