— Zara, você venceu. — Orson estava parado diante dela, com a voz baixa e rouca. — Mas o que te faz pensar que eu vou concordar em te deixar ir embora?
Zara curvou levemente os lábios em um sorriso frio.
— Eu não espero que você me deixe ir. Na verdade, se você quiser continuar comigo, inclusive realizar o casamento, eu posso cooperar. Mas vou te dizer uma coisa: nossa vida será sempre assim, daqui em diante. Se isso não te incomoda, para mim também não faz diferença. Quanto a este filho...