Dentro do elevador, a voz de Zara soava extremamente clara.
Orson, por outro lado, havia ficado em silêncio. Aproveitando aquele momento, Zara finalmente conseguiu soltar o último dedo dele que segurava sua mão. Em seguida, ela deu um passo para trás.
Orson sentiu a palma da mão subitamente vazia. Seus dedos se curvaram involuntariamente por um instante, antes que ele parecesse despertar de repente. Ele olhou para Zara e falou com a voz um pouco áspera:
— Eu não.
Aquela desculpa pálida f